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Terça-feira (11/3)
Espaço da Pesquisa, curadoria de Janaína Damasceno (UERJ e UFF)
Apresentação ao vivo pelo YouTube e textos publicados no site do festival
15h às 18h – Painel 1
- Entre imagens e experiências: a fotografia como resistência à normatividade de gênero em Renascendo das Águas | Talita Matos Ribeiro (UFPE) e Daniela Nery Bracchi (UFPE)
- Mapeamento dos coletivos de mulheres na fotografia brasileira contemporânea: os processos e a criação em rede no Brasil | Charlotte Pedrosa (UFSE)
- Fotografia, performance e maternidade: uma experimentação contemporânea | Elisa Elsie Costa Batista da Silva Beserra (UFRN)
- Em Brasília: últimos lançamentos da moda têxtil para a primavera-verão 1959/60 | Virna Santolia (UERJ)
19h às 21h – Painel 2
- Histórias potenciais na memória do rompimento de Fundão: o caso da imagem feita por 6 (seis) diferentes fotojornalistas | Ana Elisa Novais (IFMG)
- Jornal A Sirene – fotografia, documento social e solastalgia | Larissa Helena (Unesp)
- Uma fotografia capturada no Rio de Janeiro em junho de 1968 e suas retomadas contemporâneas como construção de um imaginário em disputa | Luís Henrique Leal (UFRB) e Ludovico Longhi (UAB)
- Para além do visível e do real: uma crise de identidade na imagem fotográfica? | Marcelo Feitosa (PUC-Rio)
- Fantasmas trancados no porão: lacunas como possibilidade de criação poética | Luciane Bucksdricker (UFRGS)
Quarta-feira (12/3)
Oficinas de Dirceu Maués (PA), Maria Vaz (MG) e Mitsy Queiroz (PE)
No Mercado Eufrásio Barbosa (inscrições encerradas)
Largo do Varadouro, s/n, Varadouro, Olinda
9h às 12h
- Fotografia Pinhole: da construção da câmera à prática fotográfica | Dirceu Maués (PA)
- Abordagens críticas, anarquivismos e fabulações poéticas | Maria Vaz (MG)
14h às 17h
- Poéticas do Fracasso: processos experimentais em fotografia | Mitsy Queiroz (PE)
Apresentação de Portfólio
Apresentação ao vivo pelo YouTube e portfólios publicados no site do festival
19h às 21h
- Quanto Tempo Duram as Maçãs? | João Bach (Fortaleza – CE)
- Helenas | viviane piccoli (São Paulo – SP)
- Corpos Conflitantes + Retirada Violenta + Sim Sinhô: fotoetnografia da Comunidade Quilombola do Ausente + Modos de Ser | Nilmar Lage (Ipatinga – MG)
- A mãe morta | Marisi Bilini (Tenente Portela – RS)
- F.Ilha | Michelle Bastos (Brasília – DF)
Quinta-feira (13/3)
Oficinas de Dirceu Maués (PA), Maria Vaz (MG) e Mitsy Queiroz (PE)
No Mercado Eufrásio Barbosa (inscrições encerradas)
Largo do Varadouro, s/n, Varadouro, Olinda
9h às 12h
- Fotografia Pinhole: da construção da câmera à prática fotográfica | Dirceu Maués (PA)
- Abordagens críticas, anarquivismos e fabulações poéticas | Maria Vaz (MG)
14h às 17h
- Poéticas do Fracasso: processos experimentais em fotografia | Mitsy Queiroz (PE)
Projeções e Palestras de Maria Vaz (MG) e Dirceu Maués (PA)
No Mercado Eufrásio Barbosa (aberto ao público)
Largo do Varadouro, s/n, Varadouro, Olinda
18h30
- Chão, fotografias, Sertão de Lembranças | Afonso Jr. (Recife – PE)
- O céu da boca da noite | Géssica Amorim (Flores – PE)
- Quatro Gerações | Guilherme Bergamini (Belo Horizonte – MG)
- O Sol Daqui Brilha Amarelo | Henrique Fujikawa (São Paulo – SP)
- Ofereço meu retrato como lembrança | JULIANA ARRUDA (São Paulo – SP)
- Pó mágico | Paulo Rossi (João Pessoa – PB)
- Retrato Oco | PV Ferraz (Recife – PE)
- Para Elza, memórias dos nossos afetos | Ulla von Czékus (Salvador – BA)
- Viagem in-só-lita | Mariana Almada (Brasília – DF)
- Navegantes da Paisagem | viviane piccoli (São Paulo – SP)
- “Fabricações poéticas do dispositivo fotográfico” | Dirceu Maués (PA)
A fotografia pinhole, conhecida por sua simplicidade técnica e pela ausência de lentes, abre um vasto campo para a exploração de processos criativos. A partir de uma prática artística centrada na experimentação com dispositivos fotográficos, iniciada em 2003 com a construção e utilização de câmeras artesanais pinhole, esta apresentação propõe discutir a fotografia à luz dos conceitos de individuação, objeto técnico e invenção desenvolvidos por Gilbert Simondon. - “Arquivos Potenciais: ativar e imaginar novas visibilidades “ | Maria Vaz (MG)
Qual é o potencial da imaginação, da fabulação e da criação em desafiar e expandir as visibilidades estabelecidas pelas narrativas oficiais? Como os acervos institucionais de um território podem ser apropriados e ativados e quais são as contribuições das artes visuais para a sua potencialização? Esta conversa é uma chamada à imaginação, à fabulação e à construção de novas narrativas e imagens desde os arquivos, ou do que lhes falta.
Sexta-feira (14/3)
Oficinas de Dirceu Maués (PA), Maria Vaz (MG) e Mitsy Queiroz (PE)
No Mercado Eufrásio Barbosa (inscrições encerradas)
Largo do Varadouro, s/n, Varadouro, Olinda
9h às 12h
- Fotografia Pinhole: da construção da câmera à prática fotográfica | Dirceu Maués (PA)
- Abordagens críticas, anarquivismos e fabulações poéticas | Maria Vaz (MG)
14h às 17h
- Poéticas do Fracasso: processos experimentais em fotografia | Mitsy Queiroz (PE)
Projeções e Palestras de Erika Tambke (RJ) e Mitsy Queiroz (PE)
No Mercado Eufrásio Barbosa (aberto ao público)
Largo do Varadouro, s/n, Varadouro, Olinda
18h30
- lavagem de cabeça | Alex Hermes (Fortaleza – CE)
- Ouricuri | Bruno Lira (Guarabira – PB)
- Thalassa | GISA ARAUJO (São Paulo – SP)
- Sem folha não tem Orixá | Leila Chandani (Salvador – BA)
- Nossos horizontes | Aline Rodrigues (Fortaleza – CE)
- Caderno de Inadequações | Fernando Jorge (Fortaleza – CE)
- Hora de Voltar | Fernando Maia da Cunha (Fortaleza – CE)
- domesticidade | Ana Elisa Novais (Mariana – MG)
- A horse and a delivery man | Diego Oliveira (Anápolis – GO)
- Rosa | Sonia Gouveia (São Paulo – SP)
- “Todo mundo tem uma história para contar” | Erika Tambke (RJ)
A fotografia popular é um movimento que documenta espaços e eventos populares a partir de uma intimidade dos autores com seus temas. Desenvolver uma relação de confiança e cumplicidade com as pessoas retratadas é central como metodologia. A fotografia é um grande meio para se contar e viver uma história, porque a elaboração de ensaios fotográficos se impulsiona a partir de um aprofundamento de relações e emoções, o que incorpora camadas à narrativa. Não há pressa para se contar uma história, há muitas idas e vindas. Vamos falar desse processo e apresentar exemplos da fotografia popular. - “Quando a caixa da noite foi aberta” | Mitsy Queiroz (PE)
Apresentação de um ensaio que entrelaça os saberes e a cosmologia da pesca artesanal com os processos criativos da fotografia analógica. Por meio de paisagens que evocam diferentes experiências do tempo, a reflexão percorre os fenômenos da espera como devir e as percepções sobre a imprevisibilidade das imagens – ou das criaturas – que emergem das profundezas dessa “caixa preta” que é o mar.
Sábado (15/3)
Expedição Fotográfica
Pelo Sítio Histórico de Olinda
10h às 12h – Com ponto de partida no Mercado Eufrásio Barbosa (aberta ao público, com lista de interesse para quem gostaria de receber avisos sobre roteiro).
Ciranda Fotográfica
Mercado Eufrásio Barbosa
Largo do Varadouro, s/n, Varadouro, Olinda
16h às 18h – Apresentação das obras e votação popular.
- A Fina Linha Vermelha da Rememoração | Ícaro Galvão (Recife – PE)
- Retrato Oco | PV Ferraz (Recife – PE)
- Inventário Botânico Afetivo | Karol Santiago (Caruaru – PE)
- trajetórias aquáticas entre ident(c)idades – As fronteiras de gênero entre mergulho e respiro | ga olho (Brasília – DF, residente no Recife – PE)
Mercado Eufrásio Barbosa
Largo do Varadouro, s/n, Varadouro, Olinda
18h às 21h – Anúncio da obra vencedora da Ciranda Fotográfica, projeção das imagens feitas por participantes da Expedição Fotográfica e outras atrações.
EXPEDIENTE
Coordenação geral do evento
Eduardo Queiroga
Maria Chaves
Mateus Sá
Produção executiva
Próxima Gestão e Produção Cultural
Coordenação de Produção
Maria Chaves
Equipe de produção
Júlia Almeida
Luana Monteiro
Paloma Lima
Comunicação
Eugênia Bezerra
Design
Zoludesign
Vídeo
Jacaré Vídeo
Acessibilidade
Com Acessibilidade Comunicacional




